As pessoas que te fizeram sofrer provavelmente não estarão por perto quando você começar a se curar. Agradeça a elas pelas lições e deixe-as ir.

As pessoas que te fizeram sofrer provavelmente não estarão por perto quando você começar a se curar. Agradeça a elas pelas lições e deixe-as ir.

“Não meu bem, você não me machucou. Você me despertou!

Aquele fim até de certa forma doeu, mas foi como aquele desconforto que a luz causa quando abrimos os olhos pela manhã.

Foi como sair da escuridão e finalmente conseguir ajustar a visão para ver quem eu sou e ver que mereço muito mais do que até então estava aceitando receber.

Você me despertou para a importância do respeito para consigo mesmo, de ser suficiente, e de me amar antes de esperar ser amado por alguém.

Você despertou em mim a consciência dos limites, o entendimento de que dizer não para algo que nos faz mal é preciso e que amar não significa aceitar tudo.

Você não me machucou, porque essa relação não foi uma ferida. Ela me foi uma grande lição que eu soube usar a meu favor.

Você veio e que bom que não foi para ficar, porque esse fim foi uma grande benção. A benção do recomeço que eu tanto precisava e na minha ilusão eu não sabia.

Despertei para a minha liberdade, para a compreensão de como é importante saber ser feliz sozinho antes de querer ser feliz com alguém. Eu despertei e agora ninguém mais vai segurar essa força e essa luz que brotou em mim.Não guardo mágoas e nem rancores. No fundo você foi apenas um instrumento para que eu saísse da inconsciência, um tapa de lucidez para me acordar para o que pode ser o amor de verdade.

Bendita foi a sua função e a lição que me trouxe.

Mas agora deixo você para trás. Me abro para os novos caminhos.Estou pronto e curado pelo meu amor.

Porque agora sei sobre o meu valor e o que o verdadeiro amor pode fazer.

Eu acordei para o amor próprio, para a capacidade que há em mim, para a vivência dos meus propósitos e para um mergulho em relações profundas.

Eu acordei, e nada se compara a força de uma pessoa desperta!”

(Alexandro Gruber)

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